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Ricardo  , Operador de Direito
Ricardo
Comentário · há 7 meses
Caro Professor se me permitir,

Gostaria de lançar aqui umas poucas palavras:

Eu sou branco, minha mulher é negra, e meus filhos não são nem brancos, nem pardos, nem negros, são apenas, apenas SERES HUMANOS.

Concordo plenamente com seu artigo, do princípio ao fim, e infelizmente acabo me convencendo que os verdadeiros racistas são aqueles, principalmente, em que a melanina exacerba em suas peles; parece incomodar a cada um “de per si”, mais do que tudo, pelo simples fato de haverem nascido com uma grande gama desse pigmento.

Agora, - “O adjetivo politicamente correto é usado para descrever a evitação de linguagem ou ações que são vistas como excludentes, que marginalizam ou insultam grupos de pessoas que são vistos como desfavorecidos ou discriminados, especialmente grupos definidos por sexo ou raça.”

Ressalvo porém: “[grupos de pessoas que são vistos como desfavorecidos], por quem e com que finalidade se imbuem dessa, digamos, diferença, para se vitimarem, a si mesmos por algo que não existe. Somos todos apenas seres humanos.

Não está na cor da pele, no gênero, no transgênero a diferença do verdadeiro valor do ser humano, mas sim em suas qualidades, em suas atitudes, em suas virtudes.

Enfim, creio que todo aquele que utiliza um dos subterfúgios elencados no seu artigo, é no mínimo digno de compaixão, ou então, quer promover, por motivo inconfessável a separação dos incautos, por algum motivo, talvez político, talvez monetário, talvez por se sentir, por exemplo, “o homem mais honesto do Brasil”.

Abraços
Gilberto Moreira da Silva, Dirigente do Serviço Público
Gilberto Moreira da Silva
Comentário · há 9 meses
Perfeito. É prerrogativa privativa do presidente decretar tal indulto. O STF não deve, em tese, atropelar sua competência na independência dos poderes constituídos. Mas também é claro que o decreto presidencial visa dar alforria aos que cometeram crimes de colarinho branco e Temer bem sabe disso, afinal tem muitos "amigos" enrolados até o limite da lama da corrupção em que está envolvido nossa Nação.

O nobre professor bem questiona: "Matar na fila do SUS a partir da escassez de recursos que restaram desviados pela corrupção não é violência a pessoa?". Vou além: desviar dinheiro público que poderia ser usado na segurança pública, na educação e na saúde, também não é matar a esperança e fisicamente aos poucos o cidadão comum que paga altos impostos e tanto sofre com o descaso do Estado?

Infelizmente nosso ordenamento jurídico deixa muito a desejar quando acredita na recuperação do cidadão que sofre alguma sanção do Estado. O Mensalão já resta esquecido, mas quase todos os que ali estavam continuaram a delinquir no Petrolão, alguns na maior cara de pau, como o ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu, para citar o mais famoso.

Não é lógico ir na contramão do que os estados mais desenvolvidos aplicam em sua legislação. Indulto significa clemência e aí me questiono? Cabe clemência a quem assalta os cofres públicos em nome da vaidade, da desfaçatez, da falta de caráter, da falta de humanidade, da falta de justiça para com os seus irmãos, principalmente os mais desfavorecidos? Creio que a resposta a ser dada à sociedade é um sonoro não.
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