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José Roberto, Administrador
José Roberto
Comentário · há 3 dias
Muita calma nessa hora. Tudo ainda é muito recente e sabemos que cultura enraizadas são difíceis de serem substituídas. Não pode ser criminalizado quem não entende, quem não consegue enxergar uma razão por sentir dificuldades em abandonar suas culturas, até então, legais, diante de fatos tão contundentes como a realidade dos transgêneros. Os direitos estão assegurados , conforme copio abaixo: "A Constituição da Republica, já em seu preâmbulo, assegura o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos. Ainda é consagrado como objetivo fundamental da República Federativa do Brasil (art. 3ª, inc. IV): promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação." Não vejo nenhum movimento maior em forma de educação, que quebre os mitos e em seu lugar, coloque realidades que possam ser assimiladas por toda a sociedade. A mera criminalização é a forma mais contundente e drástica de se criar culturas, pois a exemplo das leis anti racismo, que tem demonstrado maior eficiência em destacar o que deveria ser esquecido, do que em educar, quebrar preconceitos curtidos pelo tempo pode sim, trazer mais polêmica e mais animosidade. Primeiro, educar e depois cobrar o aprendizado. Colocar de joelhos no milho antes de ter ouvido falar da lição, não me parece ser a melhor alternativa. Nenhuma lei vai mudar nada do dia para a noite. Só a educação fará isso.
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